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GALERIA

Gostei dessa figura. Passa uma tranqüilidade imensa, eu tava revirando algumas coisas por aqui e me deu vontade de colocá-la... "criança, ama com amor a terra em que nasceste! Olha que céu, que mar, que rios e que estrelas..."
Escrito por Leon K. às 20h44
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MAIS DO MESMO
Que droga...
Escrevi o mesmo texto duas vezes, e nas duas a página expirou...
Não me peçam comentários. Aí vai uma letra do Ira!, e embora sabendo que poucos que estão lendo ouvem a banda, vai o aviso de que os caras da "Pobre Paulista" lançaram um disco acústico. Se tem uma banda que recomendo, é a de Scandurra, Nasi e cia. Se quiserem conferir trechos de algumas músicas da banda vão no link http://grupoira.uol.com.br/player.html.
ENTRE SEUS RINS
Te amo, isso eu posso te dizer. Como eu gosto de você. Como eu gosto de você.
Te quero isso é tudo que eu sei. Que eu gosto de você. Ah , como eu gosto de você.
O que eu sinto não é dificil explicar: É o amor como uma fonte á jorrar, pura emoção.
E o meu sonho nem consigo me lembrar, mas o certo é que você estavá lá. sonho real, sonho real...
Seu beijo, minhas mãos em seu quadril. Madrugada tão febril. Ah , como eu gosto de você
Meu exilio é o seu corpo inteiro. És meu país estrangeiro Ah , como eu gosto de você...
Me deu o dedo, eu quis o braço e muito mais, agora estou afim de ficar entre seus rins... de ficar entre seus rins.
Escrito por Leon K. às 20h29
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ALVORADA VORAZ
É, na falta de sono, eu continuei revirando alguma coisa na mais graciosa paz, aqui na internet. Já tá até amanhecendo... e ouvindo a Rádio Uol me deparei com uma pérola, que é a música Por Amor, do Roberto Carlos, gravado por Paulo Ricardo lááá, no comecinho de sua carreira solo brega-romântica. Deve estar chegando perto dos 10 anos...
Eu vou pôr aqui a letra dessa música. Sinto muito, tudo bem que a letra é bem cafona, mas eu adoro essa coisa, "me deixe aqui no chão" rss.... de qualquer forma, espero que gostem. Tudo bem que eu nunca fui fã do Paulo Ricardo na sua trajetória solo (RPM foi uma de minhas bandas preferidas). De qualquer forma, é um artista que tem uma história interessante no cenário pop. Tem a sua relevância. Só que, embora com um repertório até legal, a idéia sobre a qual se assentou o PR.5 é ridícula...
Mas aí vai a letra:
POR AMOR Roberto Carlos/Erasmo Carlos
Eu ouvi Dizer que você falou Que está pensando em voltar para mim. E se entristeceu ao saber Como eu estou.
Mas você precisa saber que eu Ainda tenho um pouco de orgulho em mim. E embora quase morto, Eu tenho aquele amor, Mas eu não vou deixar você me ver assim.
Minha vida se modificou. Do que eu era, nada mais eu sou. Eu me perdi.
E no submundo onde estou, Sobrevivo sem saber se vou Ainda crer no amor, Mesmo sem ter você.
Mas se um dia, Se um dia você voltar, Então eu vou ter chance de me levantar. Pois só você me pode estender a mão, Mas se não for por amor Me deixe aqui no chão. Me deixe aqui no chão. Me deixe aqui no chão...
Quem quiser saber mais alguma coisa sobre o trabalho do Paulo Ricardo agora, vai no www.prponto5.com.br. Lá poderão conferir agendas, vídeos da banda, e inclusive trechos das músicas.
Escrito por Leon K. às 04h22
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AS MEDIOCRIDADES DE 2010
É, a seleção dessa vez se deu mal. Foi até bem feito, temos que engolir nossa arrogância e entender que o Brasil também perde. Enquanto o Galvão falava o tempo todo em ser o primeiro da chave, o Brasil não ficou uma vez sequer na frente do Paraguai no jogo.
Mas a tv tem o poder. E eles já glorificaram o México, citaram todas as evoluções dos astecas, como eles têm se dado bem em Copas, praticamente fez do México a potência do futuro. Por que isso? Pra depois venerar os jogadores brasileiros quando estes derrotarem os mexicanos.
Esses moleques ainda serão ídolos incontestáveis. Quem viu o jogo pôde notar as rasgações de seda para Júlio César, Diego e Adriano (que não fez nada nesse torneio). Mas é isso aí. "Pra frente Brasil!"
Escrito por Leon K. às 00h40
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ALGO DIFERENTE
Nossa. Noite chuvosa, fico pensando como vai ser duro chegar em casa.
Se bem que por ali não há muito o que fazer. Mas já estou afim de dormir um pouco mesmo. O dia hoje nem pareceu mas foi cansativo, apesar de eu ter acordado só às nove da manhã e ainda ter dormido na aula de Português.
De todo, não tive muita disposição pra nada. Até pensei em ir ver Diários de Motocicleta mais uma vez, com Fábio. Mas a grana tava minguando. De qualquer forma, já vi uma vez e valeu a pena. Lazer é a última coisa a que posso me dar ao luxo nesses dias úteis dessa semana. Na sexta terei nada menos que uma grande manifestação política de cunho nacional e duas provas, de Física e Química para ser, no mínimo, produtivo.
Mas hoje eu não vou pegar em livro, não quero nem saber. A não ser um que fuja completamente a esses conteúdos de pré-vestibulandos. Hoje é um dia histórico. Há mais de 100 anos, em 1789, o povo francês tomava a Bastilha (velho galpão onde se aprisionavam prisioneiros políticos) e dava o passo inicial para a construção dessa sociedade sob a forma que conhecemos, tanto no âmbito político, de parlamentos, deputados eleitos pelo povo, e tal, como na forma econômica, com a burguesia concentrando em suas mãos todas as riquezas.
Pena que isso quase ninguém sabe. Lembram bem o dia do atentado nos EUA. Lembram o dia em que o Brasil ganhou a Copa. Lembram o dia em que não-sei-quem completa não-sei-quantos-anos (se alguém esquecer tem a tv pra lembrar). Mas algo que simboliza o princípio de tudo que a gente conhece não há a menor cerimônia.
Mas isso não é questão para protestos nem nada. Lá na França o povo tá comemorando. Aqui vamos continuando nossas vidinhas, esperando a próxima data importante (o dia dos pais) e juntando dinheiro desde já. Ainda bem que eu não tenho pai. Posso gastar o dinheiro com o qual compraria um presente ostentador comprando alguma coisa de futuro.
Escrito por Leon K. às 20h56
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Escrito por Leon K. às 20h33
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Meus amigos, minha vida Angelo Girotto
Nas horas em que consumido pelos desvarios da incerteza, me deste amparo, irmão querido, em tua amizade de beleza
preciosa como a da vida. E assim te amei, mais que a um irmão. Na ciência da amizade tida vendo-te alegro o coração.
Lembrando quanto te falei; de dares à vida a bom tema, feliz pelo amigo, pensei que tua presença é meu poema.
Teu amigo é esta correnteza que tão cedo a dor amou. E só tu me dá esta certeza que nosso tempo não passou.
Anote (nâo é lição) Ionaldo Morais
Não volte essa noite para sua morada, existe outra vida menos apressada. Venha, também é salubre a transgressão, traga papel e lápis e anote a lição:
Faça as pazes com o espelho, morra de pé, mas não viva de joelho. Preserve seu bom e manso coração, sentiu raiva? "Puta q'pariu" é um bom palavrão.
Mantenha o seu ânglico sorriso, dê um chute na bunda do Narciso. Espere por mim, não olhe para o chão, traga papel e lápis e anote a lição:
Dê a si mesma uma chance de ser amada, o amor tudo alivia, mesmo quando não muda nada. Sinta prazer sem culpa, abandone a razão, para abrir as pernas não precisa abrir o coração.
Não seja tão exigente com a vida, ela existe apenas e simplesmente pra ser vivida. Quer um príncipe encantado para segurar sua mão? Traga papel e lápis e anote a lição:
Não renuncie ao hábito de sonhar, desista do perfeccionismo de tudo realizar. Preocupe-se com uma única opinião, a sua, que deve receber sua exclusiva nomeação.
Como viver intensamente o momento presente, esquecer o passado, construir um futuro luzente? Se encontrar, para esse problema definitiva solução levo papel e lápis e anoto sua lição.
Escrito por Leon K. às 19h43
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VÍTIMAS DO TERROR
Viram? Nem agosto chegou ainda, e já se fala numa 'epidemia de deprê' assolando parte da América, em virtude da lembrança dos mortos no atentado terrorista de 2001, que está pra completar dois anos e continua bem vivo na memória. Enquanto o mundo chora o golpe que o "mundo civilizado" sofreu naquele duro momento, muitos não têm tempo de sofrer com os problemas dos outros:

Extraído do blog Toca da Coruja (tocadacoruja.zip.net)
Escrito por Leon K. às 19h30
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FUGINDO DO ASSUNTO
Meu amigo Victor tem razão, de fato. Tanto que vou excluir o texto "Hora da Prece", que vai muito de encontro à educação que recebemos. Mas não discutamos isso. Eu vou é procurar saber como anda meu time (ontem foi rodada do Brasileirão)..
Escrito por Leon K. às 11h16
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UM DOWN EM MIM, TAMBÉM
Mas vamos esquecer um pouco a religião. Um brinde aos boêmios, já que falamos tanto de Deus, afinal toda ovelha desgarrada ama mais, sofre mais, sente tudo mais intensamente. Os boêmios estão mais perto da transcendência!
DA FUGACIDADE
Eu, alcoólatra de ti, vinho nobre. Freqüento escolas de lentidão e paciência. Se te beber com compulsão Será um prazer inebriante Mas me restará o cálice vazio, a solidão.
Macio e tinto e quente O encontro contigo, Bebo-o homeopaticamente. Mas a cada gota que de ti sorvo Vais desaparecendo. Quanto mais eu te possuo, Mais eu te perco.
Adalberto Monteiro, jornalista e poeta
Escrito por Leon K. às 20h46
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(Jr 8:11) Assim diz o Senhor: Olhai! Estou forjando mal contra vós, e projeto um plano contra vós.
(Ez 20:25-26) Também lhe dei estatutos que não eram bons, e juízos pelos quais não haviam de viver; deixei-os contaminar-se em seus próprios dons, nos quais faziam passar pelo fogo tudo o que abre a madre, para os assolar, a fim de que soubessem que Eu sou o Senhor.
(Jr 13:14) Fa-los-ei em pedaços, atirando uns conta os outros, tanto os pais como os filhos, diz o Senhor. Não perdoarei nem pouparei, nem terei compaixão deles, para que não os destrua.
Escrito por Leon K. às 20h42
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Escrito por Leon K. às 02h44
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HOJE
Cá estamos. Madrugadazinha, já começo a me aprontar para um bom(?) sono, de umas seis horas. Terminei de ler uns textos e mandar uns emails. Agora tô só na fase final..
Em relação a esse blog, algumas pessoas até tem perguntado. Mas a frase "E Deus fez o macaco à sua imagem e semelhança" foi citada pelo Dr. Zaius em Planeta dos Macacos. Naturalmente, o dr. Zaius é um macaco, e explicava a origem de seu povo por meio da religiosidade. Quem assistiu o filme entende tudo. É uma crítica à religião no sentido de que ela apenas existe para nos dar respostas fáceis a questões muito mais complexas. Depois escrevo mais sobre isso.
Mas é segundinha, já. Ainda bem que não é um dia muito exigente, em matéria de aulas nem nada. Vai ser um bom preparativo pra semana, que também será leve. Pra fechar esse fim de semana, escrevo um texto que li do Maiakovsky. Chama-se Fragmentos. E, aproveitando que esse dia, 12 de julho é aniversário de nascimento do Pablo Neruda (o poeta chileno faria 83 anos), uma modesta homenagem a esse que é o maior escritor, e notável militante político no Chile. A Neruda:
Te Quero
Não te quero senão porque te quero E de querer-te a não querer-te chego E de esperar-te quando não te espero Passa meu coração do frio ao fogo.
Te quero só porque a ti te quero, Te odeio sem fim, e odiando-te rogo, E a medida de meu amor viageiro É não ver-te e amar-te como um cego.
Talvez consumirá a luz de janeiro Seu raio cruel, meu coração inteiro, Roubando-me a chave do sossego.
Nesta história só eu morro E morrerei de amor porque te quero, Porque te quero, amor, a sangue e a fogo.
Escrito por Leon K. às 02h11
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***
Na primeira noite eles se aproximam E colhem uma flor do nosso jardim: E não dizemos nada.
Na segunda noite já não se escondem: Pisam as flores, matam nosso cão, E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles Entra sozinho em nossa casa, Rouba-nos a luz e, conhecendo nosso medo, Arranca-nos a voz da garganta. E por que não dissemos nada Já não podemos dizer nada.
Wladimir Maiakovsky, poeta, teatrólogo e militante político russo
Escrito por Leon K. às 01h29
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"Onde estão os filhos dos deuses que amaram as filhas dos homens? Onde estão as ninfas, as deusas dos ventos e das águas? Onde estão os duendes que costumavam pregar peças nos mortais? Onde estão as fadas que podiam gorar ou abençoar o coração humano? Onde estão os fantasmas que assombravam esse globo? Onde estão as bruxas que voavam pelos lares dos homens? Onde está o diabo que uma vez errou pela terra? Onde estão eles? Se foram junto com a ignorância que acreditou neles."
Lamuel K. Washburn, "Vale A Pena Ler A Bíblia E Outros Ensaios", 1911
Escrito por Leon K. às 23h29
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Um pouco de Garfileld

homenagem atrasada a seus 25 anos
Escrito por Leon K. às 23h28
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DE UMA COISA E DE OUTRA
Ééé.. acabei de dar uma passada numa página dos Engenheiros do Hawaii.. e tá indo a todo vapor os preparativos para a gravação de um acústico MTV. Uma pena: um terceiro disco lançado em estúdio fecharia de forma triunfante a trilogia junto com seus dois últimos trabalhos, Surfando Karmas & DNA e Dançando no Campo Minado, que ficaram ótimos. O próprio Gessinger disse meses atrás que nunca pensou em fazer acústico. Fazer o que, são tantos interesses conflitantes que ninguém pode dar a sua palavra em lugar nenhum.
De qualquer forma, um trabalho dos Engenheiros, por menos pensado que fosse, dificilmente ficaria mal: tenho certeza de que, concluído o novo disco(14° ou 15° deles) eu vou me esquecer completamente dessas críticas. Aguardemos o trabalho, e contemplemos o intimismo dos Engenheiros pós 10 000 Destinos.
Além disso, soube que tá rolando o jogo da Seleção.. se ao menos fosse meu Corinthians, eu poderia me interessar em saber o placar. Fora isso, tem umas páginas eróticas abertas, umas de piadas e uma de notícias. As mesmas fotos, as mesmas piadas e as mesmas manchetes. Parece que o mundo parou...
Dom Quixote (Gessinger/Galvão)
muito prazer, meu nome é otário vindo de outros tempos mas sempre no horário peixe fora d'água, borboletas no aquário
muito prazer, meu nome é otário na ponta dos cascos e fora do páreo puro sangue puxando carroça
um prazer cada vez mais raro aerodinâmica num tanque de guerra vaidades que a terra um dia há de comer
às de espadas fora do baralho grandes negócios, pequeno empresário muito prazer me chamam de otário
por amor às causas perdidas
tudo bem... até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento tudo bem... seja o que for seja por amor às causas perdidas por amor às causas perdidas
tudo bem... até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento muito prazer... ao seu dispor se for por amor às causas perdidas por amor às causas perdidas
ALGO POR VOCÊ gessinger / deluqui
Hey, garota, não fique esperando o telefone tocar Os homens são o que são e são todos iguais O difícil é saber quem é clone de quem
Hey, garota, não fique esperando o telefone tocar De volta ao passado, tecendo tapetes, Esperando o guerreiro voltar
Já lhe fizeram sofrer demais Já lhe fizeram feliz demais Tá na hora de você mesma fazer Algo por você Só você pode fazer
Hey, garota, o dia já passou, não deixe a noite passar Passe um baton, ou não, e vá se divertir Você vai descobrir quem é clone de quem
Hey, garota, faça o favor: não fique esperando Faça algo por você Hey, garota, faça o favor: não fique esperando Faça algo por você
E só você pode fazer
Escrito por Leon K. às 19h11
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EU EXPLICO
Textinho grande. Fazer o que.. ainda tentei diminuir o tamanho da fonte. Mas deixa isso pra lá.
Humm.. falo sobre o dia que passou? Uma aula de Matemática, um batepapo até divertido com os colegas da sala e uma seção de Homem-Aranha com uma companhia interessantíssima.(um garoto de uns dez anos). Nossa, eu queria estar sendo boa companhia. O garoto foi bem claro quando dizia o que ia acontecer na cena seguinte, e eu surpreso ouvindo aquilo e vendo que ele realmente tinha um quê de quem prevê as coisas.. ou não. Talvez o filme fosse previsível mesmo, como ele próprio disse. De uma forma ou de outra, sei que conheci uma boa pessoa hoje.
Escrito por Leon K. às 02h46
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MEU FUTEBOL ONTEM E HOJE
É.. o meu Corinthians venceu mais uma. Isso me relembra aqueles tempos em que o futebol era uma das minhas razões de viver. O tempo passa, e cá estamos. Agora o futebol não passa de uma coisinha chata de um monte de caras correndo atrás de uma bola, um juiz correndo risco de vida e milhões de pessoas que vêem naquilo a sua razão de viver. Esquisito, não sei. Mas é contagiante. Nos anos 70, enquanto a ditadura matava e torturava, e um País medíocre se construía, o povo se deliciava com a seleção Canarinho ganhando tudo. Fazer o quê? O fascismo é fascinante.
Pensar no futebol me dá uma tristeza imensa. Lembro que lá pelos meus 6, 7, 8, 9 anos eu jogava com meus velhos colegas da minha primeira escola, da célebre Dona Toinha(diretora), que todo mês vinha me cobrar as mensalidades com sua voz antipática(que nem lembro mais). Mas não fugindo do ponto principal, ficávamos nós, eu e meus memoráveis colegas de jardim até a 4ª.. tinha o Ewerson, o goleiro, o Fellipe, que era o melhor jogador, o Igor, que sempre arrumava algum motivo pra sair no meio do jogo, o Allison, neto da diretora e dono da bola, eu, que nunca fui um grande jogador, mas sempre tinha um lugar no time(isso quando os caras das séries superiores não jogavam). E tinha os que entravam na escola e logo saíam. Tinham Henrique e Anderson(que não dispensavam uma boa briga no chão no meio do jogo), e tinha o Vicente(era o cara do time que se dava bem com as menininhas. No meu último ano lá ainda tinha o Felipe Otávio(ou Otário, como chamavam alguns). E nós jogávamos.. naquela escola não havia quadra, então a gente jogava no pátio, que era inclinado, e um gol era a entrada do corredor que levava às salas e o outro gol era a entrada que dava para a secretaria... nossa, lembro quando quebramos uma lâmpada fluorescente.. ou quando alguém chutou na nunca da 'sra.' Dona Toinha, enquanto ela regava as plantinhas.. lembro bem, sempre nos fins de tarde. Eu só não jogava quando brigava com algum dos moleques e ia descendo a rampa, rumo à saída(só esperando alguém me pedir pra ficar - nunca pediam). E assim era todo fim de tarde. Não era a melhor coisa do mundo quando eu era dispensado do time, mas era a melhor quando eu estava lá, como todo mundo, correndo atrás daquela bola oval... que maravilha.
A gente ia crescendo. Queríamos menos exercícios. Nosso gosto pela bola traduziu-se nos videogames. E nós íamos, uma hora por dia, nos velhos SuperNintendo's(meu primeiro e último grande prazer dos games) e jogávamos sempre, sempre, sempre. E foi uma febre! Todos jogavam! Minha tia tinha uma locadora. Meus primos jogavam. Eu jogava com o pessoal na rua. Eu chegava a perder aulas por estar tanto tempo jogando por aí, já de farda e tudo. Isso já era minha pré-adolescência. 1996, 1997, lembro bem. Foi quando eu mudei de escola.(a grana minguou e minha mãe me tirou da escola particular.) Sem time, na nova escola, eu me rendia ao prazer solitário. Chegava de noite em casa e ia jogar. Ou então ia jogar bola mesmo, com o povo das outras ruas(o pessoal da minha rua não gostava de mim - não sei porque.) E assim era. Sob influência de Fellipe(todo mundo tinha influência desse garoto) eu entrei no América, iniciozinho de 97, pra jogar futsal. Minha mãe sempre disse que era jogar dinheiro fora(no meu primeiro dia ela foi e eu fiz um gol contra). Mas eu permaneci no América durante todo o ano de 97. De proveitoso, nesse aspecto, teve também o fato de esse ano o América estar disputando a primeiro]a divisão. Pela primeira vez eu podia acompanhar com freqüência grande equipes do Brasil aqui por perto, no Machadão. Mas 98 foi o ano em que o futebol renasceu na minha vida. E com força total! E o futebol de verdade. Eu começava a acompanhar o Corinthians, com todas as suas peças. Sei de cor o resultado de qualquer jogo que o Corinthians realizou naquele ano. Foi vice-campeão paulista, campeão brasileiro. O Corinthians foi muito bom pra mim naquele momento. Os fins de semana eram certeza de alegria, com um jogo do meu time no Brasileirão. Tudo pra mim era o futebol. E no meu aniversário, ganhei o presente que mais queria naquele momento: a assinatura da Placar.
A partir dali, em matéria de futebol, eu estava por dentro de absolutamente tudo! No ano de 99, respirei futebol. Jogava videogames, que agora vinham personalizados com os times, jogava na rua, quando dava, jogava na escola, com latinhas, e tinha uma turma que adorava discutir os jogos dos fins de semana. Que maravilha, era o céu... o Corinthians voando baixo lá, eu me dando bem no América(já era campo)...
Terminado o ano, agora Fellipe me chamava pra mais uma das suas. Entrar no Vasco, numa viagem de um mês que fiz. Fui, fui goleiro, até. Era futebol de campo. Mas não durei muito tempo. Voltei logo. Daí parei de jogar. Meus colegas com quem eu falava sobre futebol foram embora, mudaram de escola. Mas continuava seguindo fielmente meu time. E o Corinthians me dava orgulho atrás de orgulho. Até que numa memorável partida, semifinais de Libertadores(o campeonato que eu mais idealizo na minha cabeça), o Corinthians perdeu pro Palmeiras. Era o fim, estávamos fora. No dia seguinte, meus grandes ídolos do esporte, Marcelinho, Edílson, Vampeta, Dida, todos fora... foi muito duro. Era o princípio do fim. Pra mim, se não morreu, foi ali que o futebol descobriu seu tumor. Estava contado. Desanimei. Meses depois a assinatura venceu. Meu Corinthians não ganhava nada. Ninguém no CEFET discutia futebol. Foi o fim. Me envolvi com outros assuntos mais importantes. Daí cheguei até aqui. Vendo aqueles caras correndo atrás de bola, imaginando como tantas pessoas deixam de viver pra dedicar sua atenção a isso. O esporte tem que ser redescutido. Não pode tomar a vida das pessoas.
Eu é que não sei de nada. Pelo menos, nesses tempos em que poucas coisas têm dado certo, eu tento ver nessa vitória do Corinthians(suada sim, foi só 1x0, gol de pênalty) alguma coisa que me deixe feliz. Façamos isso. O futebol deixará de ser algo alienante pra ser algo consolador nas horas difíceis. Então viva o futebol!
Escrito por Leon K. às 02h38
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Escrito por Leon K. às 19h34
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A Rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças Mudas telepáticas Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas Pensem nas feridas Como rosas cálidas Mas oh não se esqueçam Da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima A rosa hereditária A rosa radioativa Estúpida e inválida A rosa com cirrose A anti-rosa atômica Sem cor, sem perfume Sem rosa, sem nada.
É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção.
É claro que te acho linda
Em te bendigo o amor das coisas simples.
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste.
Vinícius de Morais
Escrito por Leon K. às 19h00
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EMBRIAGUISMO
Sempre por aí, sempre por aí. Que dia normal. Que dia normal. Que dia normal... maravilha, hein? Ainda bem que inventaram a metafísica para os dialéticos beberem dela e sentirem felizes...
Escrito por Leon K. às 18h47
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| Meu sincero pedido de perdão à vida que não segui | |
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Tiraram as moças das praças e cobriram-nas com demasiados panos; os jovens das tavernas, a curta mesada afastou. Já sois sérios. À ternura do homem e até ao amor da mãe já levaram a vossa justa e severa ponderação. Já sois humanos. Fizeram menores o copo o Estado as letras e até as cenas. Estais seguros. Restou-me uma pouca cachaça, cara; uns versos mal feitos, e tolos; uma imortal esperança, tão gasta; alguns cabarés, por consolo. Que vileza a minha!
* * *
A terra é rasa. O topo alto. O vento forte. Somos fracos. Elevamos a terra. Derrubamos o topo. Barramos o vento. E ainda somos fracos. Na terra elevada fazemos prédios. Do topo derrubado rodovias, talvez mananciais. Do vento aprisionado energia. Não abrigamos o relento. Não abrimos a estrada ao futuro. Sequer matamos as fomes. E não iluminamos as trevas. Mais que nunca somos fracos. |
Escrito por Leon K. às 03h12
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DO DIA À MADRUGADA
Madrugada, estamos por aqui... nada da minha mãe por aqui, e eu ouço Lago dos Cisnes... nossa, que paz! Pena que sairei logo logo, amanhã tenho mais um dia como os outros para não fazer nada.. hoje até que poderia ter sido mais peculiar. Tinha um bêbado lá no ônibus, até o convidei pra sentar a meu lado, mas ele preferiu importunar um velho arrogante e mal-educado (mais do que o ébrio).. fazer o que, deixem. nessa quinta também assinei mais um atestado de incompetência.. fui reprovado no reteste do Detran.. por aí vai.
Tá tudo bem complicado, acho que tenho feito pouca coisa por mim. De qualquer forma, vamos aprendendo com as lições (um dia a gente aprende de verdade), e de repente, as coisas voltam à sua normalidade (da qual saíram, pelo menos no meu caso, há muito tempo). Enquanto isso, fico nessa.. amanhã acho que vou comprar um cd do Robert Johnson, um blues bem intimista.. cai bem nessa hora.
Escrito por Leon K. às 01h05
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Salve salve..
Estamos aí.. na falta do que fazer, e aceitando algumas sugestões, apresento meu blog. Ainda não decidi como vou aproveitar esse espaço. Espero que essa idéia não seja um fracasso, como geralmente acontece com trocentas coisas que faço pela internet.. acho que será divertido, e interessantíssimo, acomodar meu dia-a-dia e outras coisas mais por aqui, ter um registrozinho.
De qualquer forma, tudo no lugar, qualquer coisa é só postar. Se alguém ler, agradeço muito. Talvez nem eu volte mais aqui, quando esquecer o endereço. De todo, sem mais a acrescentar. Até depois!
Escrito por Leon K. às 19h56
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